Marco Franco

Agente: Bruno Abreu — bruno@rvlv.net

Bio

Com um vasto passado no rock e no jazz, Marco Franco é um nome familiar no imaginário pop português, que de forma alguma poderia estar preparado para o descobrir sentado ao piano, longe das peles. Mas é à flor da pele que a composição de Franco, autodidacta nas teclas, se sente, existindo numa tensão minimalista com um universo colorido de notas e de progressões maiores, alegres e cheios de um amor universalizado.
 
“Mudra”, o primeiro álbum a solo no piano, é uma guinada de um passado profundamente enraizado no indie e no jazz, com passagens em projectos como Mikado Lab, Peste e Sida e colaborações com Dead Combo, Carlos Bica e Memória de Peixe, para um futuro sedimentado num contexto mais erudito, mas que não se dilui em comunicação. Marco Franco faz música para quem ouve com o coração.

Sinopse

“Mudra”, mais do que uma forma de identificar posturas e de melhor definir, através delas, outputs criativos, espirituais e sensoriais, é o documento de Marco Franco, percussionista virtuoso, sobre as suas possibilidades, sobre a melhor forma de canalizar energias através das mãos. Depois de o fazer em diferentes contextos, é através das suas “Miniaturas para Piano solo” que Franco melhor narra uma procura sua por um amor universal.
 
Por entre cadências melódicas de uma alegria cândida e progressões melancólicas, Marco Franco cria uma tensão que resolve em arrepio e com uma sensibilidade dinâmica simplesmente invejável, canalizando o melhor que se pode ouvir de compositores como Satie e Bartok numa Mudra que só a ele pertence. O que descreve entre teclas pretas e brancas é, contudo, algo que todos nós partilhamos e que tão evidentemente encontramos em “Mudra”.